2016

CONDIÇÕES QUE DEVE CUMPRIR UMA ESCOLA PARA SE CONVERTER EM PROMOTORA DE ESTILOS DE VIDA ACTIVOS PARA OS ALUNOS

Alba Mayor Villalaín, Pedro Cantero Castrillo, Mª de los Ángeles Fernández Villarino, Belén Toja Reboredo, Miguel González Valeiro

Em Espanha está a incentivar-se que as escolas assumam um papel importante na promoção de estilos de vida saudáveis (Lei Orgânica para a qualidade da educação 8/2013). Este trabalho desenvolveu-se no contexto da comunidade autónoma da Galiza e nas escolas que implementaram o Projecto Deportivo de Centro (2013), centrado fundamentalmente na atividade física formal, não formal e informal realizada nas suas instalações e na sua esfera de influência. Entendemos que a existência de um programa de atividade física é essencial para cumprir o papel que se deseja atribuir às escolas.

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2016

MANIPULAÇÃO DE EXPECTATIVAS NA ATIVIDADE FÍSICA: INFLUÊNCIA NA SAÚDE DE TRABALHADORES BLUE COLLAR

Diogo Santos Teixeira, António Palmeira

O presente estudo pretendeu analisar a influência de uma intervenção com manipulação de expectativas na atividade física, composição corporal e pressão arterial em sujeitos com uma atividade profissional blue collar. O estudo teve a duração de quatro semanas, sendo do tipo randomised controlled trial, realizado com trabalhadores com uma atividade profissional fisicamente ativa. Ao grupo de intervenção foi realizado um priming com o objetivo de salientar que algumas tarefas profissionais vão ao encontro das recomendações para adultos saudáveis. Aplicou-se adicionalmente os questionários MAAS, B...

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2016

ATIVIDADE FÍSICA DOS ADOLESCENTES DA CIDADE DE LISBOA

Adilson Marques, Maria Inês Bouw, Tomé Almeida, João Martins, Francisco Carreiro da Costa

O objetivo do estudo era identificar os padrões de atividade física (AF) dos adolescentes de acordo com a idade e o sexo. Participaram no estudo 877 adolescentes (436 rapazes, 441 raparigas) com 12, 15 e 18 anos. A avaliação da AF foi feita com recurso a um questionário. Partindo dos níveis de participação nas AF em contexto formal e informal procedeu-se ao cálculo de um índice de AF. Para avaliar se o sexo e a idade estavam relacionados com índice de AF recorreu-se à ANOVA two way. O teste t-Student foi usado para analisar as diferenças entre os sexos. O índice médio de AF dos adolescentes fo...

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2016

ATIVIDADE FÍSICA NA ADOLESCÊNCIA: QUAL A IMPORTÂNCIA DO APOIO E DOS NÍVEIS DE ATIVIDADE FÍSICA DOS PAIS?

Pedro Rendeiro, João Martins, Pedro Torrad, Lúcia Gomes, Adilson Marques, Francisco Carreiro da Costa

Apesar da atividade física (AF) ser benéfica para a saúde, a maioria dos jovens não cumpre as recomendações. A AF é influenciada por inúmeros fatores e a nível social, na fase juvenil, o papel dos pais parece ser fundamental. O objetivo deste estudo foi analisar a AF dos jovens e compreender a influência da perceção sobre AF e do apoio recebido dos seus pais. Responderam a um questionário 783 jovens (404 rapazes, 379 raparigas), com média de idades de 15,7±1,5 anos. Apenas 28,1% dos jovens foram classificados como ativos (realizavam AF diariamente) e 85,2% receberam baixo apoio dos seus pais....

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2016

AVALIAÇÃO, POR PERITAGEM, DO PODER OFENSIVO DO ATLETA DE ANDEBOL

Luis Massuça, Isabel Fragoso

Apesar da crescente profissionalização e popularidade do andebol em Portugal, a literatura científica produzida não comporta a validação de instrumentos de avaliação técnica e táctica de atletas por peritagem. O referido, justifica o desenvolvimento de uma escala de avaliação de aspectos técnicos e tácticos para atletas de andebol. Participaram no estudo treinadores de andebol (n = 17), creditados pela Federação de Andebol de Portugal com o Grau 3, aos quais foi pedido que efetuassem o preenchimento da duma grelha de avaliação técnica e táctica com dez itens (escala tipo Linkert de 5 pontos)....

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2016

FUNDAMENTOS DA DINÂMICA ECOLÓGICA PARA O ENTENDIMENTO DA ESPECIFICIDADE DO TREINO DE FUTEBOL

Luís Vilar, Duarte Araújo, Bruno Travassos, Ricardo Duarte

Tradicionalmente, o processo de ensino/treino do futebol tem incidido o seu enfoque sobre os constrangimentos individuais dos praticantes tais como força, resistência e velocidade. Recentemente, ideias proveniente do método da especificidade têm proposto os jogos reduzidos e/ou condicionados como o meio fundamental de ensino do jogo que fomenta maiores transferes entre o treino e a competição. Porém, este método carece de suporte conceptual e empírico que explique como a especificidade de treino sustenta elevadas performances desportivas. Neste artigo é proposta a abordagem da dinâmica ecológi...

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2016

INGESTÃO NUTRICIONAL EM BASQUETEBOLISTAS MASCULINOS DA 1ª LIGA PORTUGUESA

Lia Flôr M. de Carvalho Bahut

A nutrição dos atletas ao determinar a disponibilidade de substrato antes, durante e após o exercício físico, condiciona fortemente a performance. Assim, este estudo visou caracterizar os hábitos de ingestão nutricional de praticantes de Basquetebol, do género masculino, com um elevado nível competitivo. Foram seleccionados 30 jogadores de quatro equipas da liga profissional de Basquetebol, com idades variando entre 19 e 30 anos, de nacionalidade Portuguesa. A ingestão nutricional foi obtida através do questionário semi-quantitativo de frequência alimentar. Utilizaram-se as medidas descritiva...

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2016

OS EFEITOS DA PARTICIPAÇÃO DESPORTIVA NO DESENVOLVIMENTO DA MORFOLOGIA DO VENTRÍCULO ESQUERDO EM JOVENS MASCULINOS

J Valente-dos-Santos, M.J Coelho-e-Silva, J Castanheira, M.T Elferink-Gemser, R.M Malina

Introdução: A remodelagem cardíaca, entendida como alteração dos diâmetros das cavidades e espessura das paredes, tende a acontecer logo a partir dos anos pré-pubertários, existindo evidências que isso acontece como resposta a períodos de treino de curta duração (Zdravkovic et al., 2010). Contudo, a literatura dedicada a este tópico é, essencialmente, de natureza transversal ou longitudinal analisada transversalmente. O presente estudo foi desenhado para examinar o desenvolvimento da massa ventricular esquerda (MVE) em jovens adolescentes, sendo dedicada especial atenção aos preditores biológi...

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2016

O EFEITO DE 16 SEMANAS DE TREINO EM JOGADORES INICIADOS DE FUTEBOL

S Miranda, P Gomes, C Palinhos, I Carvalho, D Nora, G Fernandes, P Nunes, A Pereira, T Figueiredo, M Espada

Introdução: O futebol moderno é caracterizado por uma grande dinâmica ao nível do jogo, situação que requer um aprimorado processo e controlo do treino. É uma modalidade desportiva exigente do ponto de vista fisiológico requerendo a repetição de diversas atividades tais como jogging corrida e sprint (Mohr et al., 2003). A análise de estudos tem demonstrado que o futebol requer dos praticantes a repetida produção de ações máximas ou quase máximas de curta duração com pequenos períodos de recuperação (Spencer et al., 2005), situação que objetiva uma preparação específica desde a formação ao alto...

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2016

OS JESUITAS: A CIÊNCIA, A EDUCAÇÃO FÍSICA E O NOVO CONCEITO DE SALVAÇÃO

J Brás, M Gonçalves

A Companha de Jesus é vulgarmente atacada pelo seu obscuratismo, por ter desprezado e até condenado o progresso do país. Aliás, esse é o motivo principal que levou às suas expulsões do território português. Na esteira da visão antijesuítica republicana, Magalhaes Lima haveria de caracterizar o ensino das escolas oficiais, como “verdadeiras sucursais da Companhia de Jesus, onde se mantêm ainda, para vergonha de todos, os velhos processos da rotina, inspirada no sectarismo jesuítico” (Vanguarda, 1 de Fevereiro de 1905). Neste sentido, parece parodoxal, mas destacamos como objectivo axial da noss...

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