2017

Atributos Discriminantes na Seleção de Basquetebolistas Sub-16 num Clube de Elite

Sérgio Ramos, Luís Massuça

Objetivo: Este estudo tem como objetivo identificar os atributos que suportam a seleção de jovens jogadores de basquetebol num clube de elite. Metodologia: Trinta e dois basquetebolistas masculinos do escalão SUB-16 (elite, n = 14; sub-elite, n = 18), participaram do estudo. Os participantes foram avaliados quanto à (i) maturação (idade óssea - IO), (ii) morfologia (sete medidas antropométricas; IMC; FM; FFM), e (iii) de aptidão física (velocidade, força, agilidade, capacidade anaeróbia; capacidade aeróbica). Resultados: Observou-se que (i) os jogadores de elite eram significativ...

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2017

Efeitos de uma Intervenção Multidisciplinar nos Comportamentos Sedentários e nas Medidas Antropométricas de Crianças Portuguesas – Projeto Pank. Estudo Randomizado Controlado

Rui Batalau, Joana Cruz, Ricardo Gonçalves, Magda Santos, João Leal, António Palmeira

Introdução: A redução dos comportamentos sedentários (CS) pode ser benéfica na prevenção da obesidade. O objetivo deste estudo foi verificar os efeitos de uma intervenção escolar multidisciplinar durante seis meses nos CS e medidas antropométricas (MA) de crianças portuguesas. Métodos: Participaram 77 crianças (7-10 anos) de uma escola portuguesa. O programa incluiu consultas/reuniões individuais, sessões educacionais, aumento do exercício físico e uma tarefa associada ao cumprimento do número de passos por dia. Os CS foram avaliados através de acelerómetros. Resultados: A intervenção não t...

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2017

Resumen de las comunicaciones del 2º Congreso REAFES, Universidad de Chihuahua, Septiembre de 2016

Dra. Claudia Esther Carrasco Legleu, Dra. Mónica Sofía Cervantes Borunda, Dra. María del Carmen Zueck Enríquez, Dra. Judith Margarita Rodríguez Villalobos, Dra. Ma. Concepción Soto Valenzuela, Dra. Martha Ornelas Contreras, Dra. Briseidy Ortiz Rodríguez, Dra. Lidia Guillermina De León Fierro, Dr. Natanael Cervantes Hernández, Dr. Rigoberto Marín Uribe, Dr. Ramón Candia Luján, Dr. Dartagnan Pinto Guedes, Dr. Francisco Carreiro da Costa, Dr. José Antonio González Jurado

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2016

AS ATITUDES DOS ALUNOS DOS ENSINOS BÁSICO E SECUNDÁRIO FACE À INCLUSÃO DOS SEUS PARES COM DEFICIÊNCIA NAS AULAS DE EDUCAÇÃO FÍSICA – AS ESTRATÉGIAS COMPETITIVAS CENTRADAS NOS OBJETIVOS

Francisco Leitão, Filipa Leitão

O estudo teve como objetivo analisar a atitude dos alunos face à inclusão dos seus pares com deficiência nas aulas de E.F., bem como o tipo de associação entre essas atitudes e as estratégias competitivas centradas nos objetivos. Os resultados confirmam uma atitude favorável dos alunos em relação à inclusão dos seus pares com deficiência nas aulas de E.F. (atitudes favoráveis, crenças normativas e de controlo). Contrariando a usual dicotomia entre competição e cooperação, que suporta a ideia que a cooperação é um facilitador da inclusão e a competição uma barreira a esse processo, os dados ind...

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2016

OS JESUÍTAS: A CIÊNCIA, A EDUCAÇÃO FÍSICA E O NOVO CONCEITO DE SALVAÇÃO

José Brás, Maria Gonçalves, André Robert

A Companhia de Jesus, fundada em 1534, por Inácio de Loyola (1491-1556), exerceu uma forte influência não só na Igreja, mas na sociedade em geral, incluindo o ensino, a política, a diplomacia e a cultura. Em Portugal, foram incumbidos pelo rei D. Joao III de evangelizar o Oriente, e, por esse motivo, ganharam o epíteto de Construtores da Globalização. Em poucas décadas tornaram-se educadores de elites europeias e transeuropeias e missionários que levaram a doutrina cristã a remotas paragens. Porém, com o Marquês de Pombal criou-se o mito antijesuítico que se arrastou durante muito tempo. Ataca...

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2016

A PERCEPÇÃO DO CLIMA MOTIVACIONAL EM ALUNOS DE PROFESSORES ESTAGIÁRIOS E DE PROFESSORES COOPERANTES

Joana Mendes, João Martins, Francisco Carreiro da Costa

O objectivo do estudo foi analisar o clima motivacional predominante nas aulas de Educação Física de professores estagiários e de professores cooperantes. A percepção de competência, a atitude face à disciplina de Educação Física e o estilo de vida dos alunos foram igualmente objecto de análise. A amostra foi constituída por 122 alunos (59 rapazes e 63 raparigas), com idades compreendidas entre os 15 e os 18 anos. Todos os alunos eram estudantes do ensino secundário de quatro escolas da cidade de Lisboa. Os dados foram recolhidos através de questionário. Os resultados obtidos permitiram verif...

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2016

CONDIÇÕES QUE DEVE CUMPRIR UMA ESCOLA PARA SE CONVERTER EM PROMOTORA DE ESTILOS DE VIDA ACTIVOS PARA OS ALUNOS

Alba Mayor Villalaín, Pedro Cantero Castrillo, Mª de los Ángeles Fernández Villarino, Belén Toja Reboredo, Miguel González Valeiro

Em Espanha está a incentivar-se que as escolas assumam um papel importante na promoção de estilos de vida saudáveis (Lei Orgânica para a qualidade da educação 8/2013). Este trabalho desenvolveu-se no contexto da comunidade autónoma da Galiza e nas escolas que implementaram o Projecto Deportivo de Centro (2013), centrado fundamentalmente na atividade física formal, não formal e informal realizada nas suas instalações e na sua esfera de influência. Entendemos que a existência de um programa de atividade física é essencial para cumprir o papel que se deseja atribuir às escolas.

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2016

MANIPULAÇÃO DE EXPECTATIVAS NA ATIVIDADE FÍSICA: INFLUÊNCIA NA SAÚDE DE TRABALHADORES BLUE COLLAR

Diogo Santos Teixeira, António Palmeira

O presente estudo pretendeu analisar a influência de uma intervenção com manipulação de expectativas na atividade física, composição corporal e pressão arterial em sujeitos com uma atividade profissional blue collar. O estudo teve a duração de quatro semanas, sendo do tipo randomised controlled trial, realizado com trabalhadores com uma atividade profissional fisicamente ativa. Ao grupo de intervenção foi realizado um priming com o objetivo de salientar que algumas tarefas profissionais vão ao encontro das recomendações para adultos saudáveis. Aplicou-se adicionalmente os questionários MAAS, B...

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2016

ATIVIDADE FÍSICA DOS ADOLESCENTES DA CIDADE DE LISBOA

Adilson Marques, Maria Inês Bouw, Tomé Almeida, João Martins, Francisco Carreiro da Costa

O objetivo do estudo era identificar os padrões de atividade física (AF) dos adolescentes de acordo com a idade e o sexo. Participaram no estudo 877 adolescentes (436 rapazes, 441 raparigas) com 12, 15 e 18 anos. A avaliação da AF foi feita com recurso a um questionário. Partindo dos níveis de participação nas AF em contexto formal e informal procedeu-se ao cálculo de um índice de AF. Para avaliar se o sexo e a idade estavam relacionados com índice de AF recorreu-se à ANOVA two way. O teste t-Student foi usado para analisar as diferenças entre os sexos. O índice médio de AF dos adolescentes fo...

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2016

ATIVIDADE FÍSICA NA ADOLESCÊNCIA: QUAL A IMPORTÂNCIA DO APOIO E DOS NÍVEIS DE ATIVIDADE FÍSICA DOS PAIS?

Pedro Rendeiro, João Martins, Pedro Torrad, Lúcia Gomes, Adilson Marques, Francisco Carreiro da Costa

Apesar da atividade física (AF) ser benéfica para a saúde, a maioria dos jovens não cumpre as recomendações. A AF é influenciada por inúmeros fatores e a nível social, na fase juvenil, o papel dos pais parece ser fundamental. O objetivo deste estudo foi analisar a AF dos jovens e compreender a influência da perceção sobre AF e do apoio recebido dos seus pais. Responderam a um questionário 783 jovens (404 rapazes, 379 raparigas), com média de idades de 15,7±1,5 anos. Apenas 28,1% dos jovens foram classificados como ativos (realizavam AF diariamente) e 85,2% receberam baixo apoio dos seus pais....

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